Fazia pouco tempo que o ator Domingos Montagner havia desencarnado no Rio São Francisco. Aquelas reportagens estavam frescas em minha mente.
Lembro que eu estava de frente para o rio São Francisco, e minha esposa de frente para mim – logo, de costas para o rio, em região isolada.
Conversávamos sobre qualquer coisa, quando eu disse: - “Bem que a gente podia tentar evoluir espiritualmente.” Ao que ela respondeu: - “E para isso, bem que a gente podia encontrar Jesus”. Eu completei: - “É o que eu mais queria”.
Como um relâmpago, notei certo clarão atrás de mim. Minha esposa, perplexa, apenas repetia: - “David, David, David!”
Eu, intimamente, parecia saber que algo extraordinário estava a acontecer.
Ao me virar, eis que vi uma figura linda. Era um homem jovem, de cabelos castanhos à altura dos ombros, denunciando elevada natureza moral.