Programa social vai atender 27 milhões de pessoas em 4 regiões do Estado de São Paulo
Divulgação
A Fundação FESPSP acaba de lançar e está coordenando um novo programa de evolução social, o Observatório Metropolitano Paulista que que vai beneficiar 27 milhões de pessoas em quatro regiões estratégicas pelo número de habitantes no Estado de S. Paulo, a própria capital do Estado, Campinas, Jundiaí e Baixada Santista. Juntas essas regiões representam 60% da população paulista. O projeto está ligado à Secretaria Nacional de Periferias do Ministério das Cidades.
Quem coordena o projeto é o Prof. Dr. Paulo Silvino Ribeiro, sociólogo e coordenador de projetos da Fundação FESPSP. Silvino define o projeto como um “hub de informações primárias e secundárias que vai beneficiar a população em todas as grandes dimensões sociais.
O projeto nasceu dentro da proposta do Periferia Viva, programa federal com foco na proposta e formulação de políticas urbanas e sociais para a redução das desigualdades nas cidades brasileiras.
O Prof. Silvino, que é coordenador geral do grupo de monitoramento, descreve sua estrutura em três eixos de ações: a criação de uma plataforma digital aberta para difusão científica; oferta de cursos de capacitação para agentes públicos e lideranças territoriais e a realização de seminários como espações de diálogo e cooperação técnica. Até o final de 2026 também serão realizados quatro cursos, todos gratuitos.
Para o coordenador “o Observatório pretende ir além da disponibilização de dados primários e secundários. A proposta é constituir um fórum permanente de discussão sobre políticas públicas para as cidades brasileiras, com atenção especial aos territórios periféricos paulistas”. Nesse sentido, o grupo vai aproximar o debate acadêmico, político e técnico com a sociedade civil, gestores públicos, pesquisadores, especialistas e demais públicos interessados em pensar a cidade, as periferias e os desafios da vulnerabilidade social no Brasil.
Quem coordena o projeto é o Prof. Dr. Paulo Silvino Ribeiro, sociólogo e coordenador de projetos da Fundação FESPSP. Silvino define o projeto como um “hub de informações primárias e secundárias que vai beneficiar a população em todas as grandes dimensões sociais.
O projeto nasceu dentro da proposta do Periferia Viva, programa federal com foco na proposta e formulação de políticas urbanas e sociais para a redução das desigualdades nas cidades brasileiras.
O Prof. Silvino, que é coordenador geral do grupo de monitoramento, descreve sua estrutura em três eixos de ações: a criação de uma plataforma digital aberta para difusão científica; oferta de cursos de capacitação para agentes públicos e lideranças territoriais e a realização de seminários como espações de diálogo e cooperação técnica. Até o final de 2026 também serão realizados quatro cursos, todos gratuitos.
Para o coordenador “o Observatório pretende ir além da disponibilização de dados primários e secundários. A proposta é constituir um fórum permanente de discussão sobre políticas públicas para as cidades brasileiras, com atenção especial aos territórios periféricos paulistas”. Nesse sentido, o grupo vai aproximar o debate acadêmico, político e técnico com a sociedade civil, gestores públicos, pesquisadores, especialistas e demais públicos interessados em pensar a cidade, as periferias e os desafios da vulnerabilidade social no Brasil.
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): FRANK ROGERIO DA FONSECA MARTINS
frank@franpress.com.br