Nova geração de projetos hospitalares reforça o papel da climatização na segurança e na operação das instituições de saúde
Sistemas HVAC integram a infraestrutura dos estabelecimentos de saúde e contribuem para o controle ambiental, a qualidade do ar, a eficiência energética, a segurança e a continuidade das operações
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Em hospitais, diferentes ambientes exigem condições específicas de temperatura, umidade, pressão, renovação e filtragem do ar. Por isso, os sistemas de climatização vêm ganhando relevância desde as etapas de concepção dos projetos hospitalares, integrando uma infraestrutura que contribui para o controle ambiental, a qualidade do ar interior, a eficiência energética e a continuidade das operações.
Por isso, a infraestrutura hospitalar deixa de ser considerada apenas como suporte às atividades realizadas nas instituições e passa a integrar a estratégia de segurança e continuidade operacional dos hospitais. Os sistemas de climatização fazem parte dessa infraestrutura e precisam ser especificados de acordo com as características, a finalidade e os requisitos técnicos de cada ambiente.
Esses aspectos são especialmente relevantes nos Estabelecimentos Assistenciais de Saúde (EAS), que reúnem espaços com diferentes necessidades de controle ambiental. A ABNT NBR 7256 estabelece critérios para os sistemas de tratamento e movimentação de ar nesses ambientes, considerando aspectos como qualidade do ar, filtragem, renovação e controle das condições ambientais.
Em áreas críticas, como centros cirúrgicos, unidades de terapia intensiva (UTIs), laboratórios, farmácias hospitalares e salas de isolamento, os sistemas de climatização precisam atender a requisitos específicos, definidos de acordo com as características e a finalidade de cada espaço. O planejamento e a especificação adequados desses sistemas, portanto, são parte da infraestrutura necessária para o funcionamento seguro e confiável da instituição.
É nesse cenário que os sistemas HVAC (Heating, Ventilation and Air Conditioning, ou aquecimento, ventilação e ar-condicionado) ganham relevância nos projetos hospitalares. Esses sistemas contribuem para o controle das condições ambientais e da qualidade do ar, ao mesmo tempo em que precisam conciliar desempenho, eficiência energética e confiabilidade. Dessa forma, integram uma infraestrutura estratégica para a segurança e a continuidade das operações hospitalares.
"A climatização em ambientes hospitalares precisa ser planejada de acordo com as características e a finalidade de cada espaço. Em áreas críticas, por exemplo, o controle de parâmetros como temperatura, umidade, pressão, renovação e filtragem do ar é fundamental para atender aos requisitos específicos do ambiente. Por isso, a escolha e a especificação dos equipamentos devem fazer parte do planejamento da infraestrutura hospitalar, considerando tanto as necessidades técnicas de cada aplicação quanto a confiabilidade necessária para a operação da instituição", afirma Marcelo Bortone, Líder de Negócio - Sistemas e Aplicados na Trane Brasil, empresa líder global em soluções climáticas para edifícios, residências e indústrias.
Soluções desenvolvidas para ambientes críticosComo um dos principais consumidores de energia em edificações hospitalares, o sistema HVAC precisa combinar desempenho térmico, qualidade do ar interior e eficiência energética. A busca por maior eficiência deve estar alinhada aos requisitos técnicos de cada aplicação e às necessidades de operação das instituições de saúde.
Além da eficiência, a confiabilidade dos sistemas é relevante para ambientes que demandam controle rigoroso das condições ambientais e continuidade das operações. Nesse cenário, fabricantes desenvolvem soluções específicas para hospitais e demais EAS, considerando as particularidades de cada aplicação e os requisitos estabelecidos para esses ambientes.
Entre essas soluções está o Fancolete Hospitalar da Trane, desenvolvido para aplicações que exigem elevado controle ambiental e atendimento aos requisitos da ABNT NBR 7256.
Disponível em diferentes configurações, o equipamento pode operar em sistemas de expansão direta ou de água gelada e permite múltiplos estágios de filtragem, incluindo filtros HEPA (High-Efficiency Particulate Air), quando especificados em projeto.
Sua concepção prioriza baixo nível de ruído, flexibilidade de instalação e elevado padrão de qualidade do ar. Essas características são relevantes para ambientes críticos, nos quais o controle das condições ambientais e a confiabilidade dos sistemas contribuem para a segurança da infraestrutura e para o funcionamento contínuo da instituição.
A consideração das necessidades específicas de cada ambiente desde as etapas de projeto permite definir sistemas de climatização adequados às diferentes aplicações hospitalares. Dessa forma, desempenho, qualidade do ar, eficiência energética e confiabilidade podem ser considerados de forma integrada na concepção da infraestrutura das instituições de saúde, reforçando o papel da climatização como parte da estratégia de segurança e continuidade operacional dos hospitais.
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