Selic e consignado: o que a decisão do Copom pode mudar para aposentados e pensionistas
Em meio à decisão do Banco Central sobre a taxa básica de juros, advogado previdenciário explica como a movimentação pode chegar ao crédito de quem recebe benefícios do INSS
Reprodução Internet
A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa Selic, anunciada nesta quarta-feira (16), não afeta apenas investimentos e indicadores econômicos. Para aposentados e pensionistas do INSS que utilizam ou pretendem contratar crédito consignado, a movimentação dos juros também merece atenção. Antes da reunião, o mercado projetava uma redução de 0,25 ponto percentual na taxa básica, de 14% para 13,75% ao ano.
Embora a Selic não determine diretamente a taxa de cada contrato de consignado, o cenário dos juros influencia as condições de crédito oferecidas pelas instituições financeiras. Por isso, uma eventual mudança na taxa básica pode trazer reflexos para consumidores que estão avaliando contratar, trocar ou quitar um empréstimo.
Segundo o advogado Dr. Márcio Coelho, especialista em direito previdenciário e trabalhista, o momento exige atenção principalmente de quem já possui parcelas descontadas diretamente do benefício. “A redução da taxa básica de juros não significa, automaticamente, que todos os contratos de consignado terão suas taxas reduzidas. Quem já possui um empréstimo precisa observar as condições previstas no contrato e avaliar se existe possibilidade de portabilidade ou uma alternativa mais vantajosa”, explica.
Atualmente, o próprio INSS orienta os beneficiários a consultarem as taxas praticadas pelas instituições financeiras antes de contratar um consignado. As informações podem ser verificadas pelo Meu INSS, e o beneficiário também pode consultar seu extrato de empréstimo, que apresenta parcelas, prazo e margem disponível para novos contratos.
Para quem está pensando em contratar crédito, outro ponto importante é não olhar apenas para o valor da parcela. O custo total da operação, o número de prestações, a taxa de juros e as condições para quitação antecipada devem ser considerados antes da assinatura do contrato.
“O aposentado ou pensionista precisa olhar para o custo total do empréstimo e não somente para quanto será descontado por mês. Uma parcela aparentemente baixa pode representar um compromisso financeiro longo. Comparar as condições entre instituições é fundamental”, afirma Márcio.
O tema ganha ainda mais importância diante das mudanças recentes nas regras de acesso ao consignado. Em agosto, o INSS publicou uma nova norma permitindo que beneficiários sem biometria facial cadastrada possam utilizar a validação de dados bancários para autorizar operações de crédito consignado.
Para o especialista, a combinação entre mudanças nas regras e o cenário de juros torna importante que o beneficiário conheça sua margem, confira contratos já existentes e desconfie de ofertas de crédito que prometam liberação imediata ou condições muito abaixo das praticadas pelo mercado.
Embora a Selic não determine diretamente a taxa de cada contrato de consignado, o cenário dos juros influencia as condições de crédito oferecidas pelas instituições financeiras. Por isso, uma eventual mudança na taxa básica pode trazer reflexos para consumidores que estão avaliando contratar, trocar ou quitar um empréstimo.
Segundo o advogado Dr. Márcio Coelho, especialista em direito previdenciário e trabalhista, o momento exige atenção principalmente de quem já possui parcelas descontadas diretamente do benefício. “A redução da taxa básica de juros não significa, automaticamente, que todos os contratos de consignado terão suas taxas reduzidas. Quem já possui um empréstimo precisa observar as condições previstas no contrato e avaliar se existe possibilidade de portabilidade ou uma alternativa mais vantajosa”, explica.
Atualmente, o próprio INSS orienta os beneficiários a consultarem as taxas praticadas pelas instituições financeiras antes de contratar um consignado. As informações podem ser verificadas pelo Meu INSS, e o beneficiário também pode consultar seu extrato de empréstimo, que apresenta parcelas, prazo e margem disponível para novos contratos.
Para quem está pensando em contratar crédito, outro ponto importante é não olhar apenas para o valor da parcela. O custo total da operação, o número de prestações, a taxa de juros e as condições para quitação antecipada devem ser considerados antes da assinatura do contrato.
“O aposentado ou pensionista precisa olhar para o custo total do empréstimo e não somente para quanto será descontado por mês. Uma parcela aparentemente baixa pode representar um compromisso financeiro longo. Comparar as condições entre instituições é fundamental”, afirma Márcio.
O tema ganha ainda mais importância diante das mudanças recentes nas regras de acesso ao consignado. Em agosto, o INSS publicou uma nova norma permitindo que beneficiários sem biometria facial cadastrada possam utilizar a validação de dados bancários para autorizar operações de crédito consignado.
Para o especialista, a combinação entre mudanças nas regras e o cenário de juros torna importante que o beneficiário conheça sua margem, confira contratos já existentes e desconfie de ofertas de crédito que prometam liberação imediata ou condições muito abaixo das praticadas pelo mercado.
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): MARCIA ROSANE STIVAL
notas3@marciastival.com.br
FONTE: Marcia Stival Assessoria