IA + automação: a fórmula que está enxugando custos e escalando negócios

Especialistas explicam por que a adoção de IA e automação, quando feita de forma estruturada e com visão de negócio, pode gerar eficiência real e economia sustentável.

CARINA GONçALVES
09/02/2026 14h15 - Atualizado há 4 semanas

IA + automação: a fórmula que está enxugando custos e escalando negócios
Divulgação - Ivan Rozante
Em um cenário de margens cada vez mais apertadas e alta competitividade, empresas de todos os portes estão buscando soluções tecnológicas para reduzir custos sem comprometer performance. Entre as principais apostas estão a Inteligência Artificial (IA) e a automação de processos — conceitos distintos, mas complementares quando aplicados de forma estratégica.

Enquanto a automação atua na padronização e execução de tarefas repetitivas, a IA entra como camada analítica e decisória, capaz de interpretar dados, prever comportamentos e sugerir ações. O erro mais comum, segundo especialistas, é investir nessas tecnologias sem diagnóstico prévio, o que gera alto custo e baixo retorno.


“O problema não é a tecnologia, é a falta de estratégia. IA sem inteligência de negócio vira despesa, não investimento”, explica Ivan Rozante, CTO e Managing Partner da RZ3, especializado em transformação digital e eficiência operacional.

Na prática, empresas que dominam o uso dessas ferramentas conseguem reduzir custos em áreas como atendimento ao cliente, marketing, logística, recursos humanos e financeiro, automatizando fluxos, diminuindo retrabalho e aumentando a previsibilidade de decisões.

Outro ponto crítico é a legitimidade técnica de quem implementa as soluções. Projetos conduzidos por profissionais que entendem de mercado, processos e cultura organizacional tendem a gerar ganhos reais e mensuráveis, enquanto iniciativas isoladas, baseadas apenas em ferramentas, acabam se tornando apenas “inovação de fachada”.

“Mais do que adotar IA ou automação, o movimento agora é estratégico: mapear gargalos, redesenhar processos e usar a tecnologia como meio — e não como fim — para uma gestão mais eficiente, inteligente e sustentável.”, conclui Ivan Rozante.


Assessoria de imprensa:
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FONTE: Jornalista Carina Gonçalves
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